sexta-feira, 6 de julho de 2018

RESENHA: IMMORTAL HULK 2


AVISO: TEM SPOILER


Fala Galera! Dia quatro de julho do corrente ano chegou nas lojas especializadas nos Estados Unidos a segunda edição do Hulk.

Al Ewing escreve um roteiro que antes de tudo objetiva esclarecer alguns elementos na presente fase do Golias Esmeralda, a primeira delas é a condição de Bruce Banner e o estilo de vida que ele resolveu abraçar.


Pelos menos, por enquanto ele prefere se manter longe dos conhecidos, está viajando, tentando aproveitar as pequenas coisas, pequenos prazeres, como uma boa refeição, infelizmente nem tudo anda bem, Bruce tem tido pesadelos e isso é uma complicação em sua vida.

Um elemento que chama atenção é Banner procurando dar propósito para o Hulk, já que impreterivelmente a transformação ocorrerá quando a noite chegar, o bom Doutor procura casos, situações onde a ação do Gingante de pele verde é necessária.



Bruce fica com a “pulga atrás da orelha” por causa de uma situação na cidade que ele está, pessoas estão de luto, um jovem atleta morreu e o pai do rapaz está desaparecido, depois de algumas investigações é revelado que houve manipulação de radiação gama e que o cemitério local está contaminado.

O autor trabalha de uma forma interessante e conduz a história de uma maneira que o pai do jovem atleta é encontrado e o sujeito virou um tipo de parasita gama, pessoas estão morrendo e ele tenta matar Banner.


Existe um detalhe importante na nova fase do Hulk, não importa o que acontece com o Banner, o Hulk é imortal, sua contra parte pode morrer, mas o Hulk de jeito nenhum e esse fato provoca uma virada interessante na história.

O homem que foi transformado por causa de suas experiências com radiação gama está diante do Hulk, conta sua história e no final recebe a devida punição pelas mãos do Golias Esmeralda.



Punição é a palavra de ordem, o Hulk puniu o jovem assaltante na primeira edição e agora ele pune o monstro assassino que tem muito medo de morrer, mas que no final prefere a morte do que ficar no abismo que fora condenado pelo Hulk.

Algumas homenagens são feitas na edição, é mencionado um jornalista que responde pelo nome de McGee, fazendo lembrar do repórter de mesmo nome que perseguia no Hulk no seriado televisivo e a lanchonete que Bruce para comer se chama Buscema’s.


Immortal Hulk continua interessante, a equipe criativa está trabalhando bem e as diretrizes para a presente fase do Hulk estão sendo apresentadas, a expectativa de que o gibi melhore cada vez mais nas próximas edições é grande.

Até o momento pode-se dizer que vale a pena acompanhar Immortal Hulk, uma edição que apresenta motivos, tem justas homenagens e um tom de tensão e desespero bem expressivo.

Nota 8,5

Até a próxima!


6 comentários:

  1. Muito boa a revista!! Ewing e Bennett mandando ver!!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Tomara que a qualidade se mantenha nas próximas edições

      Excluir
    2. Tô mais preocupado é como esta revista vai ser publicada no Brasil, tomara que seja em encadernado como o Demolidor, custo/benefício muito melhor.
      Ps: Tomara que este Hulk arrebente os Vingadores!!

      Excluir
    3. O formato ideal hoje é em encadernado sem sombra de dúvida.

      Excluir
  2. João, tô vendo as pessoas terem até um certo exagero por esse título, dizendo ser "a melhor história do Hulk em 10 anos". O que discordo, observando a trama atentamente é quase um remake em cima do que o Peter David fez, com direito a: Hulk punindo pequenos casos que encontrava em cidades, se transformando toda noite, e até esse adversário que ele enfrenta, lembra em muito o "Meia-Vida".

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Inovador realmente ele não é, muito que ele tem feito já foi feito antes, eu acho a fase do Mark Waid melhor do que a dele, mas no caso só foram duas edições até agora e dependendo dos rumos que as futuras edições tomarem pode se tornar (espero que não) o pior gibi do Hulk dos últimos dez anos.

      Excluir